APEDE


Só 5%? É pouco!!! É preciso mais…

Posted in (Des)governo,Cidadania por APEDE em 30/09/2010

O cartaz tem um ano. Saímos à rua no dia 19 de Setembro de 2009. A incompetência, a mentira e a demagogia nunca nos enganaram. Lutámos com os meios que tínhamos, de forma livre e independente, sem cedências, convictos das razões justíssimas que nos assistiam, numa luta e numa resistência cívica contra tudo aquilo que nos massacrava e atingia, directamente, “no osso” e na alma, no dia a dia, todos os dias. Nunca vacilámos. E nunca fomos em sorrisos.

Chamaram-nos radicais…

E o futuro? Talvez aos 20%…

Nós já cá estamos. E não desistimos. No way, José!

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6 Respostas to 'Só 5%? É pouco!!! É preciso mais…'

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  1. Creio ser importante não perdermos de vista o contexto geral para melhor compreender mais este PEC (leia-se Plano de Extorsão Continuada). Vamos inseri-lo na dita crise internacional de que faz parte.O grande denominador comum consiste no maior assalto de que há memória aos recursos públicos por parte dos grupos privados.Após o rebentamento da bolha especulativa (estima-se que 60% das transacções internacionais são originadas pelo sector especulativo em detrimento da economia de produção), os grupos económicos engendraram um conjunto de operações de molde a conseguirem transformar suas dívidas privadas em dívidas públicas. Conseguiram assim que seja o mexilhão a pagar com língua de palmo os enormes buracos financeiros originados por essa gigantesca economia de casino.Como bom aluno, o sr. Sousa entra atabalhoadamente nesta corrente, depois de se desdizer multiplas vezes e retira aos pobres para dar aos ricos. O TGV vai custar o dobro e vai dar lucro aos concessionários porque os otários(nós) vão cobrir o diferencial da sua exploração.No meio deste descalabro, o facto de o sistema de ensino estar a ser objecto de contínuos ataques que resultam na sua continuada quebra de eficiência, em nada parece preocupar a clique instalada…..


  2. […] Só 5%? É pouco!!! É preciso mais…   […]

  3. Shue Biskus said,

    A pergunta que se impõe é: e agora?

  4. reb said,

    NO WAY, JOSÉ!


  5. Shue…

    Até aos 20% as respostas serão as do costume… já estão aí a desenhar-se. Com os resultados que já conhecemos e facilmente podemos antecipar… as coreografias de sempre, os discursos inflamados de sempre, mais do mesmo, uma e outra vez, mais uma vez. Mas os anos passam, tudo se repete, e o agravamento das condições de vida, de trabalho, e a degradação de direitos só se acentua. Porquê? Fica para reflexão… e cada um que diga de sua justiça.

    Por agora, e a avaliar pelo que vejo na minha e ouço de outras escolas… está tudo mais ou menos anestesiado. Mesmo quanto à ADD (que poderíamos e deveríamos rejeitar totalmente, para além de outras coisas como boicotar reuniões inúteis e são tantas, bem como burocracias e papeladas a esmo) estamos de tal modo armadilhados e cercados que não tenho coragem de dizer a quem ainda anda enredado nos concursos para se borrifar em tudo, pois é capaz de ser chato ver-se ultrapassado na lista graduada, porque é um herói resistente e um lutador convicto e coerente, enquanto outros continuam a coleccionar Muitos Bons e “Óptimos” e a passarem à frente nos concursos, mesmo que sejam só de mobilidade. Enfim… não foi por falta de termos avisado e lutado contra esse problema. Mas lá está… somos radicais… uma chatice!

    Agora… vão lá dizer aos contratados para não pedirem aulas assistidas este ano. Força! Até me dá vómitos a situação a que se chegou!!!

    Mais para a frente, quando se chegar os 20% e o pessoal voltar MESMO a acordar, é capaz de haver um problemazito a resolver com raízes em “memorandos” e “acordos” de má memória. Eu, pelo menos, radical que sou, não desço mais avenidas ao lado dos legítimos representantes que negociaram aquelas grandes conquistas para os professores.

    E tenho dito!

    Abraço

  6. setora said,

    Zé Manel Faria

    O que diz leva a concluir que esses biliões das bolhas especulativas eram virtuais. Os biliões eram falsos, a construção tinha pés de barro. O sistema ruíu.


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