APEDE


À terceira só cai quem quer…

Notícia de hoje no Jornal Público, com algum contraditório pelo meio…

Jornal Público, 8-9-2011

Uma vez que os sindicatos-que-temos vão voltar amanhã à mesa negocial (?!) seria importante que fossem para além da novela da ADD e colocassem em cima da mesa outros importantes assuntos/reivindicações que já descrevemos, sucintamente, no post anterior e que aqui recuperamos: para além da escandalosa situação dos concursos (??!) para as escolas TEIP (abordada nos post’s anteriores), a questão das indemnizações por caducidade de contrato (não basta aconselhar os professores a irem para tribunal), a ameaça de não pagamento de horas extraordinárias (que se vai ouvindo em diversas escolas), a não consideração dos resultados da ADD em sede de concursos, a garantia da abertura de concursos, para afectação a quadro, num futuro próximo e com a obrigatoriedade do redimensionamento das vagas, substituindo-se a insultuosa figura das “necessidades transitórias” (que de transitório só têm mesmo o contrato a termo) por efectivos lugares de quadro, de modo a combater o agravamento e aprofundamento da precariedade docente, a recuperação do tempo de serviço congelado, a questão da formação contínua, que está cada vez menos disponível e significa sempre uma enorme sobrecarga de horas em horário pós-laboral, entre muitas outras questões, isto já considerando que as questões mais centrais não serão esquecidas – por exemplo, a democratização do modelo de gestão, a lamentável novela da ADD, que se arrasta e mantém diversas questões por resolver,  a revisão dos programas e dos planos curriculares, a redução do número de alunos por turma e de turmas por professor, a sobrelotação das escolas e falta de condições de trabalho, os horários dos professores (cuja componente de trabalho individual tem de ser forçosa e urgentemente reforçada, dado o aumento do número de turmas por professor na maioria das disciplinas), o financiamento das escolas, etc., etc. Há muita coisa que está por conseguir e muita outra por evitar.

22 Respostas to 'À terceira só cai quem quer…'

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  1. Manuela said,

    Comigo não contam mais. Cansei!

  2. fjsantos said,

    Se o Zé Manel fez o relato correcto do que se passou no plenário em que esteve presente, ou se o Ricardo ou o Machaqueiro tivessem lá estado presentes, o autor do post saberia que todas as matérias que estão para além da ADD são levadas constantemente para a mesa negocial, pelo menos pela Fenprof.
    E também teria que ser capaz de reconhecer que dos professores que estiveram presentes no Camões apenas um, que se bandeou para o lado do patronato na legislatura anterior, não trabalha com alunos nas suas escolas, o que significa que todos sabemos o que se passa nas salas de professores e de que maneira se agravam as condições de trabalho nas escolas.


  3. Teria todo o gosto em ter estado presente e já estive por diversas vezes. Infelizmente tive trabalho inadiável na escola, com reunião por mim convocada. Espero que existam outras oportunidades pois os sindicatos precisam de aprofundar a sua ligação ao terreno e manter com os professores um diálogo constante. Um diálogo que seja produtivo e não contaminado e bloqueado à partida, com o anúncio público de uma decisão já tomada pelas cúpulas sindicais, exactamente sobre o tema que estava em debate no plenário. Isso é que se lamenta.
    Mas, ainda assim, considero sempre importante que este tipo de reuniões aconteça. E que se realizem cada vez mais nas escolas.


  4. Quanto às matérias que importa levar à mesa negocial, se é verdade que são tratadas… não se tem notado nada. E algumas são dadas como acordadas e definidas e depois, mais tarde, percebe-se que o não foram. Talvez seja necessário mais dureza, mais assertividade, mais compromisso com as bases, e até, quiçá, a dignidade de bater com a porta e declarar que não há condições para o diálogo e a negociação. Mas isso não pode nem deve acontecer apenas quando politicamente é mais conveniente. Isso já devia ter sido feito há muito. Por exemplo, logo no dia 8 de Março de 2008, como chegou mesmo a ser anunciado aos microfones, na Praça do Comércio. Estou convencido que muita coisa poderia ter corrido de outro modo, mais favorável aos professores.

  5. Zé Manel said,

    Mas o essencial é fundamentalmente isto: Perante a maior ofensiva da história contra a classe e contra a escola pública, o maior sindicato apresenta aos docentes uma mão cheia de nada. E mesmo perante a iniciativa das bases promoverem a primeira manif de protesto, os senhores dinossauros, auto-perpetuados no poder, assumem que nem sequer vão estar presentes porque (PASME-SE) são uma organização responsável (sic dixit Avelãs). Concerteza que concordamos com Carmelinda Pereira quando diz que é preciso defender os sindicatos. Mas nós estabelecemos uma claríssima distinção entre os sindicatos (eu sempre fui sócio do SPGL) e as políticas dos dirigentes. São precisamente estas que contestamos com vigor e ao fazê-lo temos consciência plena de estar a defender os interesses de toda uma classe e de mostrar o que deveria ser a actuação dos seus dirigentes. Não foi o camarada Nogueira que declarou à comuniucação social a frase mais lapidar do momento: – Agora não é hora de lutar…Agora vamos analisar …. é apenas mais outra do sindicalismo-que-temos!!!

  6. Leitor said,

    O Zé Manel ou tem problemas de entendimento ou então não esteve no mesmo plenário que eu estive (do princípio ao fim).
    Sendo fortemente crítico da actual direcção do SPGL, reconheço que foram correctos e adequados ao momento presente os três pontos da proposta: não acordo com o modelo do MEC, prioridades da acção reivindicativa (contratados, gestão, etc.), integração da luta dos professores na luta mais geral.
    No que se refere à manif. convocada por 4 professores que exigiam que as organizações sindicais aderissem ao facto consumado, também concordei com a explicação dada pelo Avelãs, apesar de considerar que um só plenário é muito pouco para um sindicato como o SPGL.
    Um pouco mais de rigor não ficava mal ao Zé Manel e foi pena que não tivesse aproveitado o plenário para expor os seus pontos de vista.


  7. Bom, pelos vistos, ainda bem que eu não fui (e até iria se pudesse). Seria mais um com “problemas de entendimento”… até porque iria solicitar a acta em que ficou acordada a não consideração dos resultados da ADD nos concursos e uma justificação plausível para não se assinar agora o que se assinou antes…
    Poderia ainda perguntar se vale a pena abrir o debate e realizar plenários com a decisão já tomada previamente. Imagino que o meu colega Zé Manel fique aborrecido com estas coisas. Ele é do tempo do PREC, em que as escolas viviam em plenário permanente e tomavam mesmo decisões, sendo ele delegado sindical… precisamente do SPGL. Enfim… como mudaram os tempos… e como se aburguesaram os sindicatos.

    Por outro lado não deixo de achar piada à reacção aos “factos consumados”. Logicamente🙂, alguém tomar uma decisão e avançar com uma iniciativa (que todos percebem ser importante e urgente) sem ir ao beija mão da nomenklatura… é sempre um pecado capital.

    Certamente que o dia 16 vai ser um êxito estrondoso. Vamos lá ver é se isso sai. E acho chato nunca mais fazerem a tal Marcha pela Educação… prometida desde 8 de Novembro de 2008.


  8. Peço desculpa… não posso pedir actas nenhumas, esqueci-me que não sou sindicalizado. Mas podia sempre pedir ao Zé Manel para ele pedir por mim🙂


  9. Falando a sério, porque o assunto é sério: obviamente não preciso de actas nenhumas, foram publicadas (depois das insistências de muita gente, é certo) e não têm lá compromisso nenhum, quanto à não consideração dos resultados da ADD nos concursos. Convém é recordar certas coisas em que o COLECTIVO se distrai… afirmando que existe e está garantido o que não existe nem está garantido.

  10. Fernanda said,

    ” Há muita coisa que está por conseguir e muita outra por evitar.”

    De facto.

  11. Fernanda said,

    A importância da ADD nas negociações deve-se ao facto de ser o MEC a querer essa negociação, ou para se poder partir para a resolução do que é mencionado no post, ou para o pessoal se ir entretendo.

    Depois de se ler o que foi escrito recentemente, especialmente por professores, sobre a ADD, fico com mantenho a ideia que poucos estão interessados em algo mais do que se lhes coloca à frente – a ADD!

    Tudo o que li no post sobre o que está por conseguir e por evitar tem sido reafirmado pelos representantes sindicais e sempre colocado em negociações. Dizer-se o contrário, não é honesto.

    O problema é como o fazer sendo que hoje, mais do que nunca, a coisa está preta para todos os que trabalham e que vivem do seu trabalho.

    Caso contrário, não estaríamos a discutir estas coisas. Certo?


  12. Fernanda,

    Olhe que não. Pelo menos não da forma incisiva e determinada que seria necessário. E há questões que não sei mesmo se são colocadas: a questão das TEIP por exemplo.

    Repare que eu não disse que as questões não eram colocadas. Não são é assumidas com a força que deveriam ter. Ou vai negar que no Acordo de 2009 se perdeu tempo demais a discutir carreiras e progressões, cujo congelamento já se antevia?

    Deixo este desafio: para além da questão de titulares que outros ganhos mais tiveram os professores em relação às questões elencadas em cima? É que colocar não basta, é precisar conseguir resultados. Ou então não se trocam apertos de mãos, sorrisos e assinaturas.

  13. Fernanda said,

    O que significa uma “forma incisiva e determinada” de colocar os problemas que são mencionados no post em negociações?

    Como fazê-lo, na sua perspectiva?

    O que refere sobre os ganhos dos acordos levar-nos-ia a uma discussão sem fim que agora não me apetece continuar.

    Prefiro o presente e o futuro, sem esquecer os erros do passado.

    Assim, como mobilizar os professores para outras questões de forma incisiva e determinada? O que fazer?


  14. Fernanda,

    Leia aqui

    http://educar.wordpress.com/2011/09/08/para-memoria-futura-7/

    os meus comentários e também já respondi mais acima.

    Não esqueço a promessa de rutura das negociações a 8 de Março de 2008 com um governo e um ME que não era sério.

    Negociar a sério é saber dar um murro na mesa se tiver de ser e não voltar atrás sem que haja efectiva negociação e cedências do outro lado.
    A classe estava unida e permitia negociar com dureza. Mas o problema é que para muitos dos que ocupam as cúpulas negociar não é um meio para atingir um fim, é um fim em si mesmo. Negociar é razão de viver. Razão de estar. E ficar. E os zecos que se lixem. Para mobilizar os professores é preciso credibilidade de quem dirige a luta. Há tempos que a perderam. Não adianta. É preciso renovar estruturas, é preciso mudar muita coisa. Os professores têm sinde poder voltar a acreditar que não serão abandonados uma vez mais. Têm sido indecentemente tratados como cobaias nesta novela mexicana da ADD. E os principais sindicatos por duas vezes acordaram a continuação da farsa. Isso destrói a mobilização. Mas, no fundo, era o que se pretendia. Estou farto de referir isto e é tempo perdido trocar ideias com quem vê as coisas de outra prisma e paradigma.

    Tenho de sair agora, mais logo, pela noite dentro, talvez volte e possa comentar mais comentários. Se valer a pena.

    Cumprimentos

  15. Fernanda said,

    Ricardo,

    Se valer a pena, gostava que comentasse o que escreveu num blogue de educação e que cito a seguir. Ou seja, seguindo o que refere, como renovar estruturas?

    “Aponto um facto. Aquilo que posso ou quero fazer para alterar isso é comigo. E só vou até onde quero e ninguém me empurra. Sou professor, continuarei sendo professor e jamais serei sindicalista profissional. Há aí muita gente com qualidade que pode mexer com o “status quo”. O meu trabalho e contributo é por fora e acho que tb tem a sua importância, por diminuta que seja.”

  16. Fernanda said,

    Acrescento mais este seu comentário

    “…no texto das propostas aprovadas ontem no plenário do SPGL APENAS se reinvindica a eleição das estruturas intermédias da gestão escolar. O que é muito curto. Muito curto mesmo. Gostaria de ter estado presente para sugerir tb a reivindicação minima da livre opção por Director ou Direcção Executiva colegial…”

    E penso quanto seria bom ter lá estado. Mesmo que por “fora”.

  17. Fernanda said,

    E, por agora, mais este. Para não abusar demais.

    Falava-se da representação dos professores através dos seus sindicatos, tal como está plasmado na constituição. O Ricardo argumenta o seguinte:

    “O Estado Novo tb era constitucional. Ainda bem que alguns gajos com tomates não aceitaram”

    E eu não entendi a lógica desta comparação. Será que pode também explicar melhor?

    Obrigada e bom fim de semana.


  18. Cara Fernanda,

    Muito rapidamente:

    Quanto ao renovar estruturas respondi e expliquei directamente com letras grandes aquilo que deve ser o ponto de partida para tal suceder. Lamento que mesmo com maiúsculas a Fernanda não tenha visto. Mas eu posso repetir: DESBLINDAGEM DE ESTATUTOS e LIMITAÇÃO DE MANDATOS DOS DIRIGENTES. Façam isso (como aliás alguém prometeu, publicamente, ao meu lado) e depois conversamos melhor… Mas para começo creio que é um bom contributo.

    Não estive presente no plenário de ontem porque não pude mesmo estar presente. Tive uma reunião na escola, por mim convocada, à qual não poderia faltar. Certamente haverá outras oportunidades e creio que o tema da gestão escolar e do poder descricionários dos Directores ainda não estará resolvido por essa altura. Infelizmente.

    Quanto à citação sobre o Estado Novo é muito simples: fiz um elogio aos responsáveis pelo 25 de Abril que não se conformaram com o “status quo” constitucional, não o aceitaram, e derrubaram o regime. Isto em resposta a quem dizia que o poder de representação da classe é exclusiva dos sindicatos porque é assim mesmo, porque é constitucional e todos temos de aceitar. O Estado Novo tb era constitucional e ainda bem que nem todos aceitaram a perpetuação da “status quo”. Considero que seria enriquecedor haver mais abertura a outros actores. Claro que percebo que para si está tudo bem como está. Ainda assim deixe-me dizer-lhe, desde já, que discordo em absoluto e não me revejo na insultuosa e estúpida afirmação do director do Jornal I sobre a necessidade de “partir a espinha aos sindicatos”. Os sindicatos são importantes, essenciais, mas precisam de agir mais e melhor. É só isso que desejo. Custa assim tanto entender isso?

    O contributo que os professores individualmente, ou em grupo, possam dar, por “fora”, nas escolas, na blogosfera, etc., devia ser mt bem acolhido e até incentivado. Não é isso que se passa, infelizmente, muito pelo contrário. E é por isso que a classe não tem condições de unidade e de regresso a uma forte mobilização. A perda de credibilidade e poder de mobilização é absolutamente evidente, basta somar o número de presentes nos plenários de ontem. E isto muito porque quem está nas direcções sindicais se considera ungido, omnisciente e omnipresente. E recusa-se a ver a realidade. Continuem assim… pois parece que está tudo no melhor dos mundos. Para finalizar, agradeço que não venha dizer que não apresentamos alternativas. A APEDE apresentou alternativas em relação a muitos aspectos que se prendem com a Escola Pública, a ADD, carreiras, etc. Basta procurar no separador “Documentos” deste blogue.

    Peço-lhe uma última coisa: não tente converter-me. Sou um caso totalmente perdido.

    Mais uma vez, cumprimentos.

  19. Fernanda said,

    Ricardo,

    Obrigada por responder.

    Quanto ao 1º parágrafo- de acordo.

    2º parágrafo- ainda bem que terá disponibilidade para tal e não se recusa.

    3º parágrafo- Estado novo e constitucionalidade.

    Em total desacordo com a sua perspectiva. Está a comparar a constitucionalidade de 1 regime não democrático com um democrático?

    (no Estado novo nem poderíamos estar aqui qa debater estes pontos de vista….)

    4º parágrafo- de acordo

    Finalmente, a “conversão”!

    Mas quem sou eu para o converter a alguma coisa?
    O esclarecer de pontos de vista terá de ter como fim uma qualquer “conversão” a algo, a alguém?

    Não estou nem aí.
    E o Ricardo, ainda está nesta?


  20. Fernanda,

    Não me leve a mal por lhe dizer isto: as suas intervenções parecem-me muitas vezes algo apologéticas e a soar a proselitismo sindical. Estarei enganado? Admito que possa estar enganado… e apenas referi que, a páginas tantas, os pontos de vista estão de tal modo esclarecidos e tantas vezes explicados que me parece algo repetitivo e cansativo insistir. Creio que nalguns aspectos jamais estaremos de acordo, nomeadamente no que toca ao dogma da infalibilidade sindical, sendo eu um verdadeira ateu nessa matéria e a Fernanda, segundo deixa transparecer, regra geral, uma devota convicta. Nesse contexto, e só nesse contexto, é que falei na impossiibilidade de conversão da minha parte. Espero ter-me explicado melhor. Admito tb que não pretenda converter-me. O que não deixa de ser óptimo para ambos. Finalmente, deixe-me sublinhar, com agrado, a concordância que expressa em relação ao que escrevi no 1º parágrafo do meu comentário anterior. Seria bom que outros sindicalizados e sindicalistas pudessem concordar tb. Bom para o mundo sindical e bom para os professores. Digo eu.

    Cumprimentos

  21. Fernanda said,

    Olá, Ricardo,

    Não me leve a mal dizer-lhe isto: as suas respostas a tudo quanto escrevo são invariavelmente a acusar-me de apologia e proselitismo sindical. O Ricardo não consegue dialogar e trocar opiniões fora destes limites, o que me desgosta porque gosto de debater ideias sem tantos juízos de valor prévios.

    Finalmente, a minha resposta à sua pergunta é – Está mesmo enganado.

    Como enganado está quanto à questão do Estado Novo e da tal de constitucionalidade.

    Bom fim de semana


  22. Tem razão numa coisa: é aborrecido debater ideias com juízos de valor prévios. É exactamente o que acontece quando alguém se atreve a discutir o dogma da infalibilidade sindical. Lamento.

    Quanto ao Estado Novo e à constitucionalidade já expliquei o que tinha a explicar. E não gosto nada das “democracias de topo” que são por alguns aceites e “vendidas” como democracias plenas.

    Finalmente, nunca a acusei de apologia e proselitismo sindical. Apenas referi, e somente hoje, que me parece soar a tal, pois não lhe leio uma única crítica, uma única discordância. O unanimismo não me agrada, lamento.

    Última nota: tem razão noutra coisa – o Ricardo já não dá mais para esse “peditório”. O tempo de contemporizar, aqui ou ali, em nome da unidade… passou. Já era. Paciência. Não há mais. Niente. Kaput. Por isso, não perca o seu tempo. Obrigado.

    Cumprimentos e bom fim de semana.


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