APEDE


O arranque do ano lectivo – Intervenção no programa “Discurso Directo” na TVI24

Posted in Cidadania,Comunicação Social,Educação,Opinião,Professores por APEDE em 13/09/2011

Foi o possível… no tempo disponível. Ficaram por abordar, certamente, outros assuntos importantes como a questão da democratização urgente do modelo de gestão escolar, para dar apenas um exemplo. De destacar pela positiva, de modo geral, a participação do público.

Abraço a todos os colegas.

PS- Agradecimento especial ao colega “Calimero” que gravou e disponibilizou o vídeo no “You Tube”.

25 Respostas to 'O arranque do ano lectivo – Intervenção no programa “Discurso Directo” na TVI24'

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  1. Olá, Ricardo,

    Venho felicitar-te pela tua muito boa prestação neste programa televisivo. Felizmente para os professores e para a Educação deste país que ainda existem vozes como a tua.

    Um abraço,

    Mário Carneiro

  2. Zé Manel said,

    Brilhante intervenção, Ricardo! Assim é que se fala. De facto o Nogueira e os outros têm muito que aprender, olá se têm. Força! Vamos em frente.

  3. Mário Machaqueiro said,

    Caríssimo Ricardo,

    Estiveste mais-do-que-excelente (passe a analogia “avaliativa”), dizendo tudo o que precisava de ser dito com a contundência e o poder de síntese que te são característicos.
    Sintomático dos tempos que correm foi o facto de os telespectadores participantes terem tido intervenções a anos-luz dos vómitos de ódio contra os docentes a que estes programas muitas vezes se prestam. Pelo contrário, as suas participações foram solidárias para com os professores e altamente críticas das opções dos nossos (des)governantes. Mera sorte de teres contado com um auditório simpático ou significará isso que o estado de “desgraça” dos governos tende a aumentar com a crise e que isso se traduz no tipo de intervenções que as pessoas estão dispostas a fazer?
    Um abraço

  4. Leitor said,

    Zé Manel:
    Pode-me esclarecer quem é o Nogueira e os outros que, supostamente, têm a aprender com o Ricardo?
    E quando diz vamos em frente, é exactamente em que direcção?
    E vão sozinhos?


  5. Um abraço forte e o meu obrigado pelas vossas palavras, mais importantes ainda porque vêm de quem tem dado provas de uma intervenção séria, activa e produtiva, total verticalidade e coerência nesta luta.

  6. justine said,

    Postei-o na Carraça…Para uns quantos Xnovos verem…

  7. Nicolau Marques said,

    Excelente (… com as mais apertadas quotas), Ricardo!; estiveste com tudo: pertinência, clareza, honestidade.
    Abraço.

    Nicolau Marques

  8. Rui Ferreira said,

    Caro Ricardo,

    Chamo a isto “mexer nas coisas”.
    Estou farto de ouvir sobre o acessório.
    Parabéns pela prestação.

  9. Fernanda said,

    Excelente intervenção!

  10. MF said,

    Parabéns Ricardo.
    Devo também agradecer porque foi desde há muito tempo a 1ª vez que num pequeno espaço temporal verifiquei que o essencial foi dito de forma clara, exemplificada na 1ª pessoa e representou os docentes (sem assinar desacordos ou actas já feitas)! Identifiquei-me com as 8 turmas, DT, Cursos e toda a papelada que se tem que desenvolver… Pois falta a batalha que não é com aumento de horas lectivas que se resolve o insucesso de disciplinas que sempre ocuparam as manhãs dos alunos já com triplo dos tempos dos outros saberes….
    Na ADD remendada deveria haver a quota de brilhante e desta vez seria seu, aqui acho que havia consenso, rigor e não era necessário relatório ou evidencia. Obrigado, Bom ano lectivo!

  11. Safira said,

    Olá Ricardo!

    Estiveste muito bem, parabéns!

    Levei-o para o meu blog.

    Um abraço e bom ano lectivo!

  12. Zé Manel said,

    Caro Leitor. Salto a primeira parte da questão por óbvia demais. Quanto ao caminho já é algo de mais substancial. Entendemos que este só pode ser a defesa da escola pública, significando com isso o aprofundamento da sua eficiência a todos os níveis. Estamos portanto frontalmente contra as políticas que a pretendem desviar da sua verdadeira e fundamental função, a de ser um local de ensino e aprendizagem, tentando envolvê-la num emaranhado de teias burocráticas e tarefas absurdas que só atrapalham os que se dedicam ao esforço heroico diário de formar os nossos jovens. A classe docente é por isso uma peça central do puzzle e todos os ataques de que tem sido alvo por parte dos mais variados sectores acabam fatalmente por se reflectir no resultado final do seu trabalho, por muito que o poder se afadigue em mascarar e manipular estatísticas e relatórios. É aqui que entram os dirigentes sindicais com a sua permanente atitude de pactuação com o poder e de esvaziamento das lutas e iniciativas de base, autênticos dinossauros auto-perpetuados nas direcções, frequentemente meros piões de outros interesses que não os nossos e cuja suprema ambição é a manutenção do status quo.
    Se vamos fazer esta luta sózinhos? Felizmente há um crescente número de colegas que pensa cada vez mais deste modo. Ainda bem!Como dizia o poeta:- “Na aparência sózinhos…multidão na verdade…lutaremos…”

  13. Leitor said,

    Zé Manel:
    Até “estatísticas e relatórios” escreveu um texto aceitável.
    O resto do período já entra no domínio da fantasia.
    Essa dos “piões” (sic) de outros interesses é mesmo uma cassette tão riscada que nem os mais saudosistas do antes 25 Abril já tocam.
    Mas o disparate é livre e não paga imposto. Mas devia, porque com os “zé manéis” que há por aí muito aumentariam as receitas.


  14. Está visto que o Leitor não conhece o Zé Manel. Ou conhece só de vista. O problema é que o Zé Manel não diz o que diz por ouvir dizer ou porque sofre de algum tique anti-sindicalista, acusação que normalmente é lançada sobre todos quanto ousam discutir e divergir da linha de rumo superiormente traçada pelas cúpulas sindicais. O que custa aos “leitores”, que há por aí, é que isto é dito por quem sempre esteve por dentro (e continua a estar), por quem foi anos a fio delegado sindical, junto das bases, e desde sempre filiado no SPGL. O que custa é encaixar estas críticas, reflectir sobre elas, com humildade, e iniciar mudanças. Com coisas simples, como a desblindagem dos estatutos e a limitação de mandatos dos dirigentes sindicais. Simples em democracia, simples num sindicalismo livre e independente. Seriam boas decisões e bons sinais no caminho da renovação e fortalecimento do movimento sindical, na sua ligação às bases e na alteração de velhas rotinas.

    Creio também que com as atitudes de insistente e repetido autismo face às críticas e contributos de muitos professores (sejam ou não sindicalizados), as actuais direcções sindicais (instaladas numa lógica de rotativismo político-sindical, com distribuição de lugares pelas diversas clientelas, e fazendo da luta, e da negociação, a sua verdadeira razão de vida independentemente dos resultados), vão caminhando num sentido errado, que as pode levar a um beco sem saída. Mas quem sou eu para falar? Pois claro…

    Cá estaremos para acompanhar o evoluir da situação, apoiando a renovação e a mudança.Porque a evolução na continuidade é simplesmente… mais do mesmo. Não tem servido e está provado que não entrega resultados satisfatórios. Ora isso é precisamente o que queremos: mais e melhor acção sindical traduzida numa maior eficácia nos resultados da luta. E a nós não nos podem acusar de falar da luta, sem a fazer.

    Finalmente, aproveito para agradecer, uma vez mais, as palavras dos colegas sobre a intervenção no programa. São estimulantes e dão-nos força para continuarmos.

  15. Leitor said,

    “Desblindagem dos estatutos” e “limitação dos mandatos” são ideias interessantes, entre outras, para fortalecer a democracia sindical. Mas são decisões que competem aos sócios dos sindicatos.

    “Sindicalismo livre e independente” foi a concepção que levou à criação dos TSD e da UGT que qualquer professor atento (sindicalizado ou não) sabe perfeitamente que não são nem livres, nem independentes.

    “Direcções instaladas na lógica do rotativismo político-sindical” é uma atoarda que só pode provir de quem desconhece completamente a vida sindical.

    “Distribuição de lugares pelas clientelas” é uma afirmação que conviria concretizar, exemplificando com factos.


  16. O meu comentário é demasiado claro para necessitar de exemplo ou precisão, mas ainda assim aqui vai:

    A desblindagem de estatutos e a limitação de mandatos dos dirigentes sindicais são “ideias interessantes”, mas talvez pouco convenientes… digo eu. Claro que são decisões dos sócios, mas que também podem ser propostas e depois materializadas pelas direcções sindicais, estou correcto? Assim sendo… porquê a demora? Ou será que pretendam eternizar-se nos cargos e dificultar a construção de alternativas. Será?

    “Sindicalismo livre e independente” é algo que precisamos como de “pão para a boca” e creio que seria um grande passo para recuperar a mobilização e unidade perdidas. Não faço ideia se já foi slogan de alguma tendência ou sindicato, nem isso me interessa. Não a conoto com mais nada a não ser com a minha convicção.

    “Direcções instaladas na lógica do rotativismo político-sindical” é uma constatação óbvia cujo desmentido só poderia ser feito com a vitória de uma lista à direcção verdadeiramente independente e livre de influências político-partidárias. E mesmo aqueles que andam há anos e anos a tentar corporizar uma alternativa, não conseguem romper essa teia… não é assim caro Vasconcellos? Admiro-lhe a perseverança…

    “Distribuição de lugares pelas clientelas” é outra realidade tangível, baseada na alegada reserva de lugares nas listas para cumprir quotas afectas a certas tendências, deste ou daquele partido político. Situação que tem gerado algumas polémicas internas e que já vi discutidas abertamente na praça pública.

  17. Leitor said,

    Sem exemplos que confirmem as afirmações, não adiantamos nada nesta troca de opiniões. Julguei, sinceramente, que o Ricardo estava melhor informado.
    Esse Vasconcellos que interpela é algum monárquico?


  18. Registo a incapacidade de rebater o que escrevi. Quanto ao Vasconcellos… na sua resposta está a medida do respeito que tem pelos que, mesmo por dentro, procuram defender as suas ideias e propor alternativas. Exemplar e absolutamente paradigmático. Ainda assim, todos sabemos que “não há noite tão longa que não encontre o dia”…

  19. Leitor said,

    Sem exemplos concrectos, nada se adianta na discussão. Só isso. Em Bizâncio, discussões dessas deram o resultado conhecido. Partindo do princípio que estamos do mesmo lado e temos opiniões diferentes.
    Quanto ao Vasconcellos, escrito com dois ll, à maneira da velha fidalguia, talvez seja “monárquico” também no sentido em que não se inscreve no “rotativismo” de que o Ricardo fala.
    Mas se calhar conviria ao Ricardo conhecer outras versões das histórias que lhe contaram.


  20. Fico grato com o facto de me apontar apenas um “L” a mais nos meus comentários. O resto é muito mais complicado contraditar… o que se compreende facilmente.

    Por agora, vou dedicar-me aqui a uns testes diagnóstico que preciso de finalizar…

    Sábado à tarde, no liceu Camões, a luta continua. E antes disso, quem sabe, umas opiniões impressas.

  21. Jaime Crespo said,

    Muito bem!


  22. Amanhã vou ter ocasião de te felicitar pessoalmente.
    Mas ficam desde já aqui as minhas grande felicitações pela tua prestação pública.
    Isto não é apenas aquela pancadinha nas costas que se dão aos amigos e aos colegas.
    Estiveste muito bem, foste incisivo, sintético, claro e com um discurso bem estruturado em relação aos vários temas e assuntos.
    Foi interessante ver a reacção dos telespectadores, de algum apoio e concordância com o teu discurso. Estarão os tempos diferentes?
    Talvez esta seja a grande forma de luta da APEDE: a intervenção certeira através da blogosfera e da comunicação social.
    Para ti, um grande abraço de parabéns e apoio.


  23. Olá Eduardo,

    Agradeço as tuas palavras e apoio. Temos estado juntos, com outros colegas, nesta caminhada de intervenção cívica, e quero realçar que também é teu o trabalho que a APEDE vai desenvolvendo em prol da Escola pública, da dignificação da nossa profissão e da melhoria do ensino.

    Até amanhã, no sítio do costume🙂

    Abraço forte

    P.S. Aos restantes colegas que me dirigiram palavras de apoio e felicitações, fica um abraço e o meu obrigado. E vamos à luta pois, como já escrevi antes, temos muita coisa por conseguir e outra tanta por evitar!!!

  24. fofo said,

    Parabéns pela intervenção clara do Ricardo!

    Uma pergunta para não se levar a mal, nem se “passar dos carretos”:- e essa luta não é só dar “murros na mesa”, pois não?

    Lol….


  25. A luta dos professores tem tido muitos momentos, a nossa participação tem sido bastante activa e só foi pena terem ficado por dar alguns “murros na mesa”, em certos “tabuleiros” negociais. Estaremos sempre a tempo… desde que não haja quem prefira “hibernar”.

    Abraço


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