APEDE


É só rir

Com isto.

E também com isto (positivamente surreal!).

29 Respostas to 'É só rir'

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  1. fernanda said,

    ´Ricardo,

    Porque é que nos comentários, aquilo vai ficando tão estreitinho?

    Parece poesia concreta do Magalhães!

    (não se pode alargar aquilo? lembra os cortes! e o pessoal já está cagadinho de sofrimento com tanto corte)


    • 🙂

      É o problema das respostas em cascata…

      • fernanda said,

        mete água….

  2. Leitor said,

    No cantinho dos “apedes” é só rir.
    O caso não é para menos, pensarão tão politizadas criaturas:
    http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5947

    Outros sairão à rua, amanhã.

    Outros farão greve no dia 24.

    Outros lutarão contra a destruição dos serviços públicos e do Estado Social.

    Aos “apedes” dá-lhes para rir.


    • Vou tentar explicar… devagarinho:

      O diagnóstico do roubo feito pela FENPROF está correcto. A descrição do saque e da degradação das condições salariais e de vida dos professores é correcta.

      O problema não está no diagnóstico. Diagnosticar é fácil. Isso a FENPROF sabe fazer bem. Melhor seria. Para alguma coisa há-de servir o longo porvir dos dias…

      O problema é que os actuais dirigentes sindicais estão completamente “queimados” e, de tanta “malabarice” (termo da autoria do PM, no debate de ontem no Parlamento, e que Louçã descodificou como um misto de malabarismo e aldrabice), completamente descredibilizados, sem qualquer capacidade de mobilização da classe. Esse é que é o problema, do lado da capacidade de resposta dos professores. Infelizmente para nós, os “donos da luta” continuam os seus números circenses… de fogos fátuos, completamente inócuos…

      Até quando continuarão os professores anestesiados, condenados a serem representados por quem praticamente nada conquistou, tanto desmobilizou, e só soube defraudar?

      • fjsantos said,

        Ricardo,
        é de gente esclarecida, como só tu e poucos mais, que os professores precisam para acordarem dessa anestesia que tanto te incomoda.
        Estamos (todos) à espera que surjas, qual Sebastião irrompendo do nevoeiro, para nos libertar da modorra.

        Coragem!
        O futuro dos professores espera pela tua determinação e sentido do dever!


        • Não eras o primeiro a deixar-me esse apelo. Tenho recusado. Mas não insistam muito. Lá na minha escola tb não há delegado sindical. Resolvam lá isso…

        • fjsantos said,

          Então avança, pá.
          Se te inscreveres a tempo ainda podes encabeçar uma lista às próximas eleições e, com toda a energia e extraordinária capacidade de mobilização e de luta que tens demonstrado nestes tempos conturbados, por certo que os professores verão em ti o guia indicado para substituir estes dirigentes tão incompetentes, que arrastam a classe para uma apagada e vil tristeza.
          Eu, por motivos óbvios, não votarei em ti. Mas isso não te impedirá de mostrar aos incréus qual o caminho da luz, rumo à vitória definitiva dos professores.


        • Pobre de mim. Há por aí muita gente válida para protagonizar essa mudança. Os “fenprofes” têm é de se deixar de “mariquices” e desblindarem os estatutos.

  3. Leitor said,

    O que dá vontade de rir aos “apedes”:

    “TODOS JÁ PERCEBERAM O QUE ESTÁ A ACONTECER:
    PORTUGAL E OS PORTUGUESES ESTÃO A SER VÍTIMAS DE UM MONUMENTAL ROUBO QUE LHES ASSALTA O PRESENTE, O FUTURO E A VIDA!

    Não pactues, age, protesta, vai à luta, recusa que te roubem!
    Eles estão dispostos a roubar-te tudo, até ficares sem nada, pois a sua ganância é insaciável.

    O TEMPO É DE LUTA!
    PROTESTA CONTRA ESTE SAQUE ORGANIZADO!

    FAZ TRANSBORDAR A MANIFESTAÇÃO DO PRÓXIMO DIA 12 E TORNA IMENSA A GREVE GERAL DE 24!

    MOBILIZA OS TEUS COLEGAS!
    DÁ FORÇA À LUTA DE TODOS OS PORTUGUESES!”

    • Mário Machaqueiro said,

      O que dá vontade de rir é a retórica “combativa” (e de gosto duvidoso) da parte de quem andou a trair os professores em negociatas de bastidores com beijoquice à mistura. O que dá vontade de rir (e de chorar também) é a inocuidade de tanta «luta». Tanta «luta» para esconder tanto conformismo, tanta cedência, tanta traição, tanta “seriedade”.
      O riso não se estende, obviamente, aos muitos que, mesmo de pé atrás em relação às direcções sindicais, vão fazer greve e integrar mais uma manif. Porque de ilusões – de protestos sem consequências – também se vive…


      • Agora sou eu que digo:

        NA MOUCHE!

        ” O que dá vontade de rir (e de chorar também) é a inocuidade de tanta «luta». Tanta «luta» para esconder tanto conformismo, tanta cedência, tanta traição, tanta “seriedade”. ”

        Ai como dói…

  4. fernanda said,

    “Não faço greve porque acho que vem com meses de atraso.”

    Lê-se algures na blogosfera.

    Acontece o mesmo à menstruação……


  5. Mário,

    Os links não me fazem rir, fazem-me chorar a rir. Sobretudo o caso do Pinto Monteiro, pura comédia. O outro caso, sinceramente, nem vou comentar, é algo pungente.

    É pena que o WordPress não disponibilize autocolantes com o seguinte anúncio: “Publicidade (manhosa) não solicitada… AQUI NÃO!”

  6. fjsantos said,

    Se há alguém manhoso no WordPress são alguns “expertos” da revolução para anteontem… sendo que anteontem andavam distraídos com muito sumo de laranja, alguns perfumes rosados e, além de tudo isso, uma dose imensa de “umbiguismo à la carte”…

    Pobreza, que nem franciscana (de Assis) é.

    • Mário Machaqueiro said,

      Tu, em contrapartida, andas encantado com os morangos com açúcar (vermelho com umas pintinhas amarelas). Por falar em riso, tem piada que tu e o Vargas-Leitor não tenham comentado o “post” «Vivó Comunismo! (Chinês)» dedicado a um dos últimos bastiões mundiais de «construção do socialismo» (segundo o órgão central do vosso partido, rendido às delícias do comunismo chinês agora que já não tem o sal da terra soviética a quem adorar). Será que o “post” tem demasiada areia para a vossa camionetezinha dogmática?


  7. Não deve ser connosco, nós somos os da revolução para ontem…

    • fernanda said,

      E não disseram nada ao pessoal?

      Foram, assim, sozinhos, feitos vanguarda intelectual?

  8. Leitor said,

    Para eventuais leitores aqui do cantinho que ainda não tenham abdicado do direito ao contraditório e para memória futura, segue-se a transcrição integral (não comentada por sindicólogos, nem por colaboracionistas) da carta que fez rir os “lutadores” da APEDE:

    “Carta do Secretário Geral da FENPROF aos professores e educadores
    AOS PROFESSORES E EDUCADORES

    QUEREM ROUBAR-NOS O SALÁRIO, O EMPREGO, O FUTURO…
    A ALTERNATIVA ESTÁ NA NOSSA VONTADE; A FORÇA ESTÁ NA NOSSA LUTA!

    Colega,

    O ataque que está a ser movido contra quem trabalha e contra os serviços públicos é fortíssimo. Trata-se de um ataque violento ao “Estado social”, com o objetivo de o reduzir a simples práticas assistencialistas, num país cujos cidadãos estão em processo de rápido empobrecimento e muitos poderão passar, também rapidamente, ao estado de indigência.

    Em apenas dois anos (2011 e 2012), os professores perderão, em média, 30% de salário real e os aposentados perderão, também em média, cerca de 25% das suas pensões reais. Isto sem contar com o que ficará retido pelo aumento dos impostos!

    A Educação, depois de um corte de 803 Milhões de euros em 2011, terá um novo corte, em 2012, que atingirá os 1.500 Milhões de euros, se tivermos em conta tudo o que significa despesa no setor, sendo, de todos, o mais furiosamente atingido. Por essa razão, o peso da Educação no PIB passará de 4,7% para 3,8% e Portugal irá ocupar o último lugar dos 27 da União Europeia (a título de exemplo, a OCDE propõe 6%, no Brasil reclamam-se 10%).

    Para além dos cortes salariais e da eliminação dos subsídios, esta redução resultará de medidas deliberadamente tomadas para provocarem desemprego. São disso exemplo, as alterações curriculares, onde o governo prevê “arrecadar” 102 Milhões (a eliminação do par pedagógico na EVT orçava em 43 Milhões, portanto, agora, para além desses docentes, contabilizam-se muitos milhares de outros…), os novos encerramentos e mega-agrupamentos que “renderão”, ao orçamento, 54 Milhões e outras medidas, tais como o aumento do número de alunos por turma, a extinção de cerca de 2/3 dos CEF ou a extinção de projetos de promoção do sucesso e combate ao abandono que irão “valer” 101 Milhões… tudo isto quase só em postos de trabalho, o que significa a eliminação de praticamente todos os contratos e a passagem de muitos milhares de docentes dos quadros para situações de instabilidade, incluindo a mobilidade especial. Se isto acontecer, ao fim de dois meses já o salário terá sido reduzido para 2/3 e ao fim de um ano para metade. Depois evoluirá até à perda total.

    Como evitar tudo isto? Só com muito protesto e muita luta que obriguem o governo a enfrentar a crise com outras medidas, como, por exemplo, a taxação justa dos bancos e dos grandes grupos económicos, o fim dos paraísos fiscais que livram de impostos os grandes lucros, o combate efetivo à fuga e fraude fiscais e a renegociação da dívida!

    Em Portugal, ainda as medidas para 2012 não foram aprovadas e já chegam os avisos alemães sobre a necessidade de medidas adicionais. Está criada uma espiral sem fim de empobrecimento permanente!

    É, por isso, tempo de “darmos o salto” para patamares mais elevados de protesto e luta: daí que nenhum professor esteja dispensado de participar na Manifestação Geral da Administração Pública, que se realizará em 12 de novembro, sábado, e nenhum poderá deixar de aderir à Greve Geral convocada para 24 de novembro!

    Não pode passar a ideia, que seria injusta, que os professores se preocuparam e lutaram mais contra a avaliação do que contra o desemprego e os roubos nos seus salários e dos subsídios. Não poderá passar a ideia, que também não seria verdadeira, que os professores são dos grupos mais resignados e tranquilos dentro da Administração Pública, logo mais fáceis de atacar com novas e ainda mais violentas medidas.

    Uma última palavra para a importância da unidade em torno da FENPROF e dos Sindicatos. Sabe-se que, para quebrar a resistência dos trabalhadores, estão a ser desenvolvidas linhas de ataque à atividade e à liberdade sindical, sendo essa uma das formas de tentar quebrar a nossa capacidade coletiva de luta. Há que estar atentos e, neste momento tão complexo e difícil, dar ainda mais força aos Sindicatos. Recordo que a quota sindical é, em boa parte, devolvida aos trabalhadores com o IRS e isso significa que, em média, o seu valor real, se situa entre 5 e 10 euros por mês, não mais do que isso. Mesmo em tempo de crise, é um valor absolutamente suportável e que continua a dar muita força à força coletiva da nossa resistência, à capacidade de organização e desenvolvimento da luta, para além dos apoios individuais que os associados continuam a encontrar nos seus Sindicatos, nomeadamente no plano jurídico.

    Vamos então à luta, Colega, pois só a luta se torna inevitável e poderá estancar a louca espiral de empobrecimento severo que põe em causa o futuro do nosso país. É, de facto, esse futuro que está em causa e que nos compete defender até ao limite das nossas forças.

    Um Abraço. Encontramo-nos na luta!

    Mário Nogueira
    Secretário-Geral da FENPROF”


  9. Agradecendo ao LUTADOR (com maiúsculas e sem aspas, para o distinguir dos outros desgraçados que são, na sua opinião, simples “lutadores”) Leitor a amabilidade da transcrição, passemos pois aos dois pontos que mais me chamaram a atenção nesta “carta-convite-cautelas-e-caldos de galinha”:

    O aspecto mais marcante do texto foi claramente a sua mensagem subliminar, que passo a destacar:

    “Recordo que a quota sindical é, em boa parte, devolvida aos trabalhadores com o IRS e isso significa que, em média, o seu valor real, se situa entre 5 e 10 euros por mês, não mais do que isso. Mesmo em tempo de crise, é um valor absolutamente suportável e que continua a dar muita força à força coletiva da nossa resistência, à capacidade de organização e desenvolvimento da luta, para além dos apoios individuais que os associados continuam a encontrar nos seus Sindicatos, nomeadamente no plano jurídico.”

    É talvez a primeira vez que encontro numa carta convite para a luta estas “cautelas e caldos de galinha” em relação ao problema da desindicalização (imagino que seja cada vez mais grave). O apelo é lancinante e significativo. Os tempos vão maus e convém lembrar que o governo é amigo e não cortou as deduções, em sede de IRS, das quotas sindicais. No fundo, mesmo que isso não seja urdido nos bastidores e corredores do poder, entre governo e sindicatos, uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.

    Mas a passagem mais subliminar deste apelo está exactamente no seu final. Vejamos: “os apoios individuais que os associados continuam a encontrar nos seus Sindicatos, nomeadamente no plano jurídico.”
    🙂🙂🙂

    Ora aí está o às de trunfo, o verdadeiro xeque-mate! O papão dos processos disciplinares, dos abusos de poder, de um eventual lítigio profissional, de uma reclamação, etc etc. A mensagem, traduzida, é poderosa: só os sindicatos te podem defender! Por isso, tem cuidado, não te vás embora, olha que podes precisar de nós. Não fosse realmente o apoio jurídico (sendo que, a acreditar em tantos relatos, muitos dos que já precisaram dele perceberam rapidamente que não passou de uma ilusão) e a debandada dos professores em relação aos sindicatos teria sido muito mais significativa nestes últimos anos. Ainda assim, deve estar a ser preocupante. Que isso fosse um motivo para reflexão interna… seria algo desejável, mas temos aí as maiores dúvidas e nenhumas expectativas.

    Ainda sobre a questão das quotas, esta carta indica-nos um dado concreto que nos permite desenvolver outra linha de raciocínio. Se as quotas em termos médios orçam entre 5 a 10 euros mensais, isso significa que os cerca de 60 mil associados dos sindicatos da FENPROF depositam algo como 300 a 600 mil euros por mês nos cofres da dita. Anualmente, algo como 3 milhões e 600 mil euros a 7 milhões e 200 mil euros. Se ficarmos pelo valor intermédio dos valores referidos, ou seja, uma quota média mensal de 7,5 € isso resultará numa receita brutal mensal de 450 mil euros e anual de 5 milhões e 400 mil euros. Dando de barato alguns milhares de desindicalizações, nos últimos anos, poderemos talvez concluir que a FENPROF arrecada uma receita brutal anual (contas por baixo) de cerca de 5 MILHÕES de euros. E a minha pergunta é muito simples: com este nível de receitas não teria sido possível, ao longo dos últimos anos, informar de forma regular, e absolutamente esclarecedora, a opinião pública sobre as justíssimas razões da luta dos professores, desmontando todas as armadilhas e a campanha de intoxicação que os sucessivos governos e seus lacaios opinadores lançaram sobre os professores? Será possível que nunca tenham sequer equacionado a hipótese de recorrer aos meios de comunicação social, nomeadamente a imprensa escrita, para divulgarem, se necessário em anúncio de página inteira, nos dias das grandes manifestações, todas as razões e motivações da nossa luta, esclarecendo, informando, e combatendo a maledicência de governantes e “opinion makers” alinhados? Ou será que os advogados, as rendas, os autocarros, e as despesas de funcionamento, levam todos os milhões e não sobra nada? Ou será que aquilo que não sobra é a vontade férrea de ganhar a luta?

    E é precisamente de luta que quero falar ainda sobre esta “carta-convite-cautelas-e-caldos de galinha”, referindo-me ao 2º e último aspecto mais marcante da dita:

    Diz o camarada Mário, na despedida:

    “Um Abraço. Encontramo-nos na luta!”

    E eu pergunto:

    Mas qual luta?

    A que resulta em Memorandos e Acordos?

    Mas qual luta?

    A das greves de duas horas?

    Mas qual luta?

    A da revolução para amanhã?

    Mas qual luta?

    A que mantém dirigentes nos sindicatos por mais de 20 anos, com resultados cada vez mais gravosos para os que representam?

    Mas qual luta, afinal?

    Vão-se embora, vão dar aulas. Está na hora!

    E não se preocupem, a luta há-de continuar!


    • Então os grandiloquentes “fenprofes” não “tugem nem mugem” perante este minha apreciação á carta do camarada Mário?

      Que estranho.

      Ahh já sei… provavelmente deve-se ao facto de eu ter feito as contas muito muito por baixo. Em vez de 5 MILHÕES de euros brutos de quotização anual… provavelmente a soma é bem capaz de se aproximar do dobro, pois os 5 a 10 euros referidos são o valor real, após acertos de IRS, a quota paga inicialmente e recebida pelo sindicato tem um valor necessariamente superior.

    • fjsantos said,

      Ricardo,
      para quando falares do que sabes e não do que ouves dizer?

      «Não fosse realmente o apoio jurídico (sendo que, a acreditar em tantos relatos, muitos dos que já precisaram dele perceberam rapidamente que não passou de uma ilusão) e a debandada dos professores em relação aos sindicatos teria sido muito mais significativa nestes últimos anos. »

      És capaz de me dizer quantos professores receberam a compensação por caducidade do contrato, nos casos em que tal lhes foi negado, com o apoio da Apede e/ou de qualquer outra organização não sindical?
      E quanto receberam essa compensação, tendo ganho o processo em tribunal, recorrendo a apoio jurídico pago pelos próprios?

      Sobre a quotização sindical da Fenprof o disparate é de uma outra dimensão, por se basear em ignorância atrevida. Nenhum professor paga quotas à Fenprof, porque nenhum professor é sócio da Fenprof. São os 7 sindicatos filiados na Fenprof que contribuem para o orçamento da Federação.
      Sobre essa matéria, se não te limitasses aos habituais exercícios de demagogia anti-sindical militante, poderias procurar informar-te olhando para os relatórios e orçamentos que todos os sindicatos apresentam aos seus sócios.

      Claro que não te pergunto qual o valor da quota paga pelos sócios da Apede, nem qual o destino dado às quantias entregues, a título de jóia e quota de inscrição, por diversos participantes na última reunião em que estive nas Caldas da Rainha. Imagino que tenham sido para custear o processo de registo de pessoa colectiva da associação e para a publicação dos estatutos em DR. Só que as colegas nunca souberam qual o número de sócio que lhes foi atribuído e nunca mais tiveram notícia da vida associativa da organização…

      De facto, é só rir…..


      • Aí está a ignorância atrevida em ação. Já por diversas vezes tive o cuidado de escrever e esclarecer que quando falo da FENPROF falo do conjunto dos seus sindicatos. Realmente compreendo que seja complicado sustentar tão poucos ganhos de luta com tantos milhões a entrar. A APEDE com muitíssimo menos, mas mesmo muitíssimo muitíssimo menos, já desenvolveu muitas iniciativas em defesa dos professores e só um tipo intelectualmente desonesto, consegue vir aqui levantar suspeições sobre isso. Há muito tempo que os sócios da APEDE não são chamados a contribuir financeiramente para a vida associativa da APEDE e os seus dirigentes nunca usaram qualquer cêntimo em seu proveito, bem pelo contrário, têm pago muita coisa do seu bolso pois estão nisto com convição e noção de serviço. Nem um tlm de “serviço” a APEDE tem, eu recusei o que alguns colegas me propuseram e tenho pago todas as comunicações do meu bolso e com o meu tlm pessoal. Isto sem falar em gasolina e outras minudências. É verdadeiramente asqueroso que um tipo que entrou na APEDE apenas para “controlar”, venha atirar suspeições, sabendo bem, pelo tempo que ainda cá esteve, que nunca em tempo algum houve da nossa parte algo que possa ser colocada em causa em termos de lisura e honestidade. Os números de sócio, são conhecidos. O meu é o 7. Certamente quem entrou sem vontade de permanecer já não se deve lembrar do seu. Verdadeiramente lamentável.

        Quanto à caducidade de contrato… é só rir mesmo. Deixo só uma pergunta: a FENPROF ainda considera que ela deve ser para todos os contratados independentemente de terem ou não sido de novo colocados a 1 de Setembro, ou já deixou cair isso? Quem souber que responda. O que vos derrete o juízo é que eu, ao contrário do que dizem, estou um bocadinho melhor informado e mais atento do que pensam.


  10. Um esclarecimento final:

    Farei greve dia 24! Só lamento que não possa continuá-la a 25, a 28, a 29, a 30, a 1 e a 2… Afinal, se para o ano não há subsídios porque não usarmos o que resta deste para fazer a tal “luta a sério”?

    Ahhh, claro… isso seria muito perigoso. Que proposta mais utópica… não é? Deixem lá a luta para quem sabe…🙂

  11. Mário Machaqueiro said,

    Constato que os grandes “dótores” da luta “séria” não respondem ao repto que lhes lancei ali em cima. É incómodo, não é? Pois é.

  12. Leitor said,

    Com os inefáveis “apedes” entretidos num interminável conciliábulo na sua torre de marfim, chegam-nos notícias do mundo real:

    “Mais de 180 mil trabalhadores da Administração Pública manifestam-se contra o roubo dos salários e direitos
    Sábado 12 de Novembro de 2011

    Mais de 180 mil trabalhadores da Administração Pública manifestaram-se, esta tarde, em Lisboa, contra o corte nos subsídios de férias e de Natal na função pública, contra a ofensiva de destruição dos serviços públicos e das funções sociais do Estado. Os trabalhadores da administração pública demonstraram, mais uma vez, estarem na luta contra o pacto de agressão e que o êxito desta acção é um bom indicador para o sucesso da Greve Geral de 24 de Novembro.

    Esta manifestação convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e pela Frente Sindical da Administração Pública surge devido à proposta de Orçamento do Estado para 2012 que prevê o corte dos subsídios de férias e de Natal, o congelamento salarial e das promoções e progressões nas carreiras, assim como, a redução do valor do trabalho extraordinário e o aumento do número de horas de trabalho.”

    • Mário Machaqueiro said,

      Em vez de usar a caixa de comentários para fazer propaganda barata, que tal pensar um bocadinho? A começar pelo tal desafio que coloquei e a que vocês fogem como o rabo foge da seringa.


  13. Torre de marfim?

    Leitor, você só pode estar mentalmente doente e totalmente alienado. Estou enganado ou o meu caro prosélito do dogmatismo fenprofiano aufere uma reforma mensal superior a 2000 euros? E tem o desplante de vir acusar professores no activo, encravados a meio da carreira com mais de 20 anos de serviço, de viverem em “torres de marfim”? Mas vocé é mesmo néscio ou só parece?

    Ainda não percebeu que a desgraça não deriva dos “apedes” mas sim dos acagaçados, situacionistas e colaboracionistas, dirigentes sindicais que alguns “fenprofes” idólatras tanto endeusam e glorificam num culto de personalidade próprio dos melhores tempos estalinistas?

    Oh homem, vá-se tratar!!! Embora eu duvide muito que isso se cure.

    Digo e repito: não tenho mais pachorra para aturar estes “revolucionários para nunca”, que ficaram hoje muito contentes por terem participado em mais uma estratégica manobra de “abertura da válvula de escape”, as tais manifestações tão desejadas pelos políticos e pelos “donos” do regime, que se apressam a vir dizer que entendem e compreendem bem que as pessoas manifestem a sua insatisfação. Está tudo bem, quando acaba bem!

    Miséria!


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