APEDE


O Natal do nosso descontentamento

Posted in Ai Portugal por APEDE em 20/12/2011

Roubado ao Antero

 

2 Respostas to 'O Natal do nosso descontentamento'

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  1. manuel.ferreira said,

    NUNCA DEVEMOS CONFUNDIR ORDEM COM AUTORITARISMO……
    NEM DESORDEM COM LIBERDADE……
    A ESCOLA precisa de ser globalizada para formar jovens capazes de vencer todas as complexidades do MUNDO ATUAL……MAS precisa de utilizar toda a inteligência emocional e racional para construir VALORES SÓLIDOS — sem os quais não é possível construir um mundo novo — mais rico , mais justo , e mais humano — e portanto os valores da FILOSOFIA devem podem e são a base da VIDA ECONOMICA que faz o presente e prepara o futuro…
    A ESCOLA deve conter elementos fundamentais e intrínsecos á sua existência…LIBERDADE…( de ensinar e de aprender )…em segundo lugar deve ser COMPETITIVA … ( podendo criar o seu projeto pedagógico )…e em terceiro lugar deve ter MÉRITO…( funcionar externa e internamente com meritocracia ).
    E ASSIM SENDO , O ESTADO DEVE SER PROIBIDO DE SER DONO DE QUALQUER ESCOLA —devendo todas as escolas ser propriedade plena dos PROFESSORES que nela trabalham—limitando-se o Estado a ter duas pequenas equipes…..uma que Fiscaliza e outra que Paga …PORQUE O ENSINO DEVE SER UNIVERSAL E GRATUITO…mas o sucesso vem sempre de 1% de inspiração e de 99% de transpiração…


  2. Citação de: http://www.saladosprofessores.com/index.php?option=com_smf&Itemid=62&topic=18147.msg174079#msg174079

    Professores protestam na Internet, para já não confiam em manifestações
    http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/professores-protestam-na-internet-para-ja-nao-confiam-em-manifestacoes-1558061

    Gato escaldado de água fria tem medo

    Gato escaldado de água fria tem medo. E quem é anavalhado pelas costas num beco escuro, desviar-se-á dele, até que viva e tenha memória, e até à 5ª geração.

    Quando me lembro que a nossa mega-mega, a dos 120 mil, dispersou do Terreiro do Paço noite escura, completamente eufórica e drogada com “vitórias indolores de Pirro ao virar da esquina” berradas ao microfone, sem que da teco-teco dos bonzos sindicais-banana alapados no palanque do microfone, e da Resolução por eles previamente escrita, a palavra “GREVE” não aparecesse nem uma única vez …. (A tal Plataforma – espúrio “albergue espanhol”, arco-íris a cheirar a ETAR) como o compreendo (ao tal gato escaldado!).

    A seguir todo aquele capital mobilizador, criminosa e premeditadamente desbaratado (as greves nacionais a 92%) – que com mais uma forcinha de 72 horas de greve poria não só MLR mas Ingenheiro & toda a sua corja de joelhos e no desemprego governativo -, a ser inqualificavelmente volatiizado por concentraçõezecas regionais, até ao desmobilizador chuto no traseiro e ‘vão para casa contestar, enquanto nós, os da infabildade papal dirigista docente, por vós negociaremos e acordaremos’… Lembram-se?

    A paga destes autênticos crimes cupulo-sindicaleiros espúrios e continuados, sem ponta de arrependimento e auto-crítica, que a História começa já a jugar, fabricará – já daqui a 25 dias e desta vez, não só para os costumeiros 35-40 mil contratados, mas também para mais de 20 mil quadros – um escorraçar mais faseado mas nem por isso menos tendencial para o adeus definitivo à profissão, e praticamente com uma mão-à-frente-outra-atrás.

    Há quem ganhe brotoeja a ler coisas destas – a nua verdade sem mantos diáfanos de fantasias, mentirolas ou cimento para os olhos do professorado, porque anda mal habitado, poupadinhos a tudo o que seja factual, dialéctico…

    Mas dia 1 de Setembro, quando as filas de colegas derem voltas aos IEFP’s para tirar a senha, de madrugada e descobrirem o admirável mundo novo do desemprego, do subsídio social e do RSI, da prova de condição de recursos e das apresentações periódicas, e por fim do assistencialismo social e familiar, amiguinhos, que ninguém duvide, será o tempo da queda das máscaras, de acusar, julgar, punir e fazer punir – mesmo que a posteriori – os ‘rabanetes’ que, de mão dada com MEC’s, partindo sadicamente as pernas aos que sempre quiseram lutar a sério, por baixo do pano nos conduziram a este matadouro, a este genocídio laboral docente, e dele lavarão as mãos como Pilatos… E bem mais cedo que alguns parvos-úteis ainda julgam…

    Paulo Ambrosio

    IPO, 7 de Agost de 2012


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