APEDE


Ai sim?

DEPUTADOS DO PS DIZEM QUE O ORÇAMENTO DO ESTADO É INCONSTITUCIONAL

É quase certo que tenham razão – ainda que o Tribunal que vela pela dita cuja não o reconheça. Mas um pedido de fiscalização sucessiva do OE para esse Tribunal fica imediatamente desqualificado pelo simples facto de ter o patrocínio de um socratino militante como Alberto Costa ou o apoio de energúmenos do calibre de um Vitalino Canas ou de um José Lello – aquele tipo de personagens cuja companhia é sempre comprometedora para qualquer decência.

Manda, pois, o mais elementar bom senso e o sentido do decoro (político e não só) que o PCP e o BE se ponham a milhas de semelhante iniciativa…

O PS a caminho de realizar todo o seu potencial…

Posted in Partido "Socialista" por APEDE em 20/11/2011

… Mergulhar na total inanidade política:

Pensado (brilhantemente, como sempre) aqui e gozado aqui.

Simpático, dialogante, boa pessoa e… politicamente irrelevante

Posted in Conversa de escárnio e mal-dizer,Partido "Socialista" por APEDE em 12/11/2011

Ok, ele tem cara de boa pessoa (e é-o, provavelmente), um ar simpático e cordato, e foi sempre de uma enorme gentileza quando nos recebeu na qualidade de presidente da comissão parlamentar para os assuntos educativos. Também é verdade que afivelava uma aura de oposição às políticas de José Sócrates, mas, na hora da verdade (a das votações na Assembleia), alinhava docilmente com a linha socratina. Ele é tudo isso. E é mais uma coisa…

… A mais acabada irrelevância política que já esteve à frente da direcção do PS.

Não precisamos de explicar porquê, pois não?

 

Mais cenas da partidocracia portuguesa

Posted in circo político,Partido "Socialista",Sócrates por APEDE em 14/11/2010

Na desorientação geral que se apoderou dos principais actores desta tragicomédia em que se afundaram Governo e o PSD, eis que agora surge a tentação de desenterrar o chamado «bloco central», com o beneplácito ambivalente de Cavaco Silva, a par de tentativas patéticas de fazer transfusões de sangue para um morto.

O PS perdeu o rumo e o tino, não sabendo já a que estratégia de sobrevivência política há-de recorrer.

A isto ficou reduzido o «menino de ouro do PS». Habituado a governar para a propaganda, e nunca para o país, com uma arrogância autista que esteve, durante demasiado tempo, protegida e reforçada por uma comunicação social cúmplice (enquanto o «menino de ouro» se revelou útil para quem passa os cheques à venalidade “jornalística”), Sócrates não aguentaria muito tempo o confronto com uma realidade de vacas esqueléticas. Aquele género de realidade que nenhum fogo de artifício consegue iludir ou ocultar.

Agora já ninguém quer tocar no «menino de ouro». A sua presença tornou-se embaraçosa, e parece muito difícil que o homem tire da sua cartola um truque providencial que lhe permita manter-se agarradinho ao poder. No seu próprio partido já lhe farejam a sucessão. E o barco está mesmo a ir ao fundo.

Tudo isto seria hilariante se este naufrágio não estivesse associado ao colapso do país, ao aumento vertiginoso do desemprego, à destruição programada dos direitos sociais dos trabalhadores e dos grupos mais desfavorecidos.

 


%d bloggers like this: